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Capital Inicial aporta em Vila Velha com novo show acústico.

Depois de uma politizada apresentação no Rock in Rio, mês passado, os roqueiros do Capital Inicial chegam a Vila Velha para mais um show no Estado. Entretanto, desta vez, nada de guitarras e distorção: na noite desta sexta-feira (20), o que se verá na Área de Eventos do Shopping Vila Velha são versões desplugadas tanto dos hits antigos quanto dos sucessos mais recentes da banda que surgiu na década de 1980 em Brasília.

 

O show faz parte da turnê do “Acústico NYC”, trabalho gravado ao vivo pela banda em 2015, em Nova York, nos Estados Unidos. “Ninguém vai estranhar esse formato. Pra quem viu o nosso show com guitarra, vai ser legal também ver essa apresentação”, garante Flávio Lemos, baixista da banda, ao C2.

 

O primeiro acústico de vocês, lançado nos anos 2000, foi um sucesso tremendo. Como tem sido a resposta a este trabalho?

Tá indo bem. Os shows estão indo bem, cheios. A situação econômica do país é diferente (daquela época) e, pelo o que vejo nos colegas músicos, todo mundo teve uma queda na quantidade de shows.

 

Essa crise atingiu vocês?

 

Sim, mas passamos muito bem por isso por conta desse disco novo.

 

O que mais há de diferente pra vocês comparando esses dois discos?

 

Quando lançamos o primeiro acústico, pra muita gente foi uma novidade. Os adolescentes daquela época, por exemplo, não nos viram nos anos 1980. Éramos uma banda nova para muita gente.

 

E hoje?

 

Hoje somos uma banda conhecida há décadas. Não demos uma sumida. De 2000 para cá lançamos álbuns, estivemos aí.

 

E a ideia de revisitar esse formato desplugado? Como se deu?

 

Fizemos o primeiro acústico. Depois, passados aqueles 15 anos, tínhamos material para fazer um novo. Mas não íamos repetir as músicas, entrariam as que foram composta de lá para cá.

 

Mas o repertório do show fica apenas nesse álbum ou ele aborda outros sucessos da banda?

 

Não tocamos apenas o disco. Não podemos deixas os sucessos antigos de fora. O show tem quase todas as músicas do disco novo e várias do primeiro acústico.

 

No Rock in Rio, vocês fizeram um show com guitarra e bem politizado. Num formato assim, com violões, há espaço para críticas também?

 

O Dinho (Ouro Preto) sempre faz as críticas dele, mesmo no acústico. Isso é um negócio dele...

 

A turnê acaba este ano? O que há no futuro do Capital Inicial?

 

Estamos na pilha de fazer um disco elétrico de novo. A ideia é pro ano que vem. Pode ser mesmo um CD ou podemos ir lançando música por música na internet.

 

Fonte:http://www.gazetaonline.com.br/entretenimento/cultura/2017/10/capital-inicial-aporta-em-vila-velha-com-novo-show-acustico-1014104105.html

Da Redação Multimídia

Departamento de Jornalismo (com informações: Gazeta Online )

Kairós FM

 

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