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Domingo de silêncio sobre investigação do assassinato de médica

Dos três suspeitos presos, dois foram encaminhados ao presídio. Não se sabe o destino do terceiro. Milena Gottardi Tonini morreu na última sexta-feira

Milena foi baleada na cabeça no estacionamento do Hucam
Milena foi baleada na cabeça no estacionamento do Hucam
Foto: Edson Chagas

O silêncio reinou durante todo o domingo sobre o assassinato da médica Milena Gottardi Tonini Frasson, de 38 anos. Dos três suspeitos de serem os executores do crime, presos na noite do último sábado (16), dois foram transferidos durante a tarde para o Centro de Triagem de Viana (CTV). Não se sabe o destino do último suspeito.

Durante todo o domingo a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) se manteve em silêncio, sem divulgar se haveria novos mandados de prisão e quais os possíveis intermediários ou mandantes do crime. A expectativa era de que fosse realizada uma coletiva de imprensa, o que não aconteceu.

No sábado à noite, três homens suspeitos do crime foram levados para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Eles foram detidos em Fundão, onde também foi apreendida a moto que teria sido usada na ação criminosa.

Por volta das 15 horas deste domingo, dois dos detidos foram encaminhados para o CTV. Um seria o proprietário da moto usada no crime e o outro quem efetuou os disparos contra a médica. O terceiro não se sabe se foi liberado ou encaminhado ao CTV.

De acordo com um tio da vítima, ainda existem pessoas envolvidas no crime que estão soltas, mas já estão sendo investigadas. “O delegado disse que não poderia adiantar nada do caso nem mesmo para nós”, relatou, acrescentando que havia uma preocupação com a possibilidade de vazamento de informações.

O acesso às informações sobre o assassinato da médica vai ficar mais restrito, segundo o delegado Guilherme Daré, chefe da Polícia Civil do Estado. “Está em segredo de Justiça. As informações serão passadas em entrevista coletiva e nem tudo poderá ser divulgado”, disse.

De acordo com o tio de Milena, a família quer respostas. “Nossa família deseja saber se houve mando e o porquê do crime. Foi uma crueldade o que fizeram com ela”, declarou.

O crime

O crime ocorreu na última quinta-feira, por volta das 19 horas, quando a médica Milena Gottardi Tonini Frasson e uma colega de trabalho saíam de um plantão. Quando elas estavam no estacionamento do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), conhecido como Hospital das Clínicas, um bandido desceu de uma moto e apontou a arma para elas.

O bandido pediu para que passassem seus pertences e entrassem no carro. As duas obedeceram, porém o suspeito atirou três vezes. A colega de Milena conseguiu se abaixar por trás do carro, mas Milena acabou atingida na cabeça. Socorrida no Hucam, ela foi transferida em estado grave para o Cias Unimed, onde morreu na ultima sexta-feira.

No sábado, em entrevista, o secretário de Segurança, André Garcia, disse que a suspeita era que o crime tenha sido motivado por uma “questão sentimental”. Segundo ele, o mandante seria alguém que conhecia a vítima e a hipótese é de que o crime tenha sido encomendado.

 

Fonte: www.gazetaonline.com.br

   

Da Redação Multimídia
Departamento de Jornalismo (com informações: )
Kairós FM

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