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Bacia hidrográfica do Rio Doce ganha nova rede de monitoramento da qualidade da água no ES

A bacia hidrográfica do Rio Doce ganhou uma nova rede de monitoramento da qualidade da água, apresentada nesta sexta-feira (21) em um evento em Vitória. O programa vai acompanhar a recuperação do rio, da zona costeira e da região do estuário, além de apontar fatores relacionados à biodiversidade e presença de metais na água, por exemplo.

Ao todo, serão 56 pontos de monitoramento: 35 em Minas Gerais e 21 no Espírito Santo. Os dados desse programa vão começar a ser divulgados a partir do mês de novembro. Depois disso, cada tipo de análise terá uma periodicidade específica de divulgação.

Serão investidos nesse programa R$ 4,4 milhões somente para a instalação das estações. Além disso, outros R$ 2 milhões serão aplicados anualmente na operação e manutenção dos equipamentos.

Os custos são de responsabilidade da Fundação Renova, que executa as ações de reparações de danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, Minas Gerais.

Segundo o especialista de recursos hídricos da Agência Nacional de Águas (ANA) e coordenador da Rede Nacional de Monitoramento de Qualidade de Água, Maurrem Vieira, poucos países no mundo possuem o tipo de monitoramento implantado no Rio Doce.

Maurren Vieira explicou que as análises vão poder apontar se as ações de reparação de danos ambientais estão surtindo efeito. Ele exemplifica fatores que serão monitorados.

“O que o monitoramento vai nos informar, e que vamos divulgar para a população, é em relação aos usos da água do rio, como irrigação, recreação de contato primário”, disse.

Segundo a diretora da ANA e presidente suplente do Comitê Interfederativo, Gisela Forattini, o monitoramento trará benefícios diretos para as populações atingidas. O comitê é responsável por discutir, validar e orientar as ações de reparação de danos realizadas pela Fundação Renova.

De acordo com Gisela Forattini, o Programa de Monitoramento Quali-Quantitativo Sistemático de Água e Sedimentos vai servir para direcionar essas ações de acordo com as necessidades das pessoas e do rio. “Na prática, isso seria como um orientador de todas as ações”, considerou.

Serão investidos nesse programa R$ 4,4 milhões somente a instalação das estações. Além disso, outros R$ 2 milhões anuais serão aplicados na operação e manutenção dos equipamentos. Os custos são de responsabilidade da Fundação Renova, que executa as ações de reparações de danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, Minas Gerais.

 

Fonte: www.globo.com

 

Da Redação Multimídia
Departamento de Jornalismo (com informações: )
Kairós FM

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