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Policiais acusados de envolvimento com a paralisação da PM no ES deixam a prisão

Quatro policiais militares acusados de liderar e incentivar o movimento grevista que paralisou a PM por 20 dias no Espírito Santo deixaram a prisão. A Polícia Militar não informou em que data eles foram saíram dos locais de reclusão.

 

Um deles, o tenente-coronel Carlos Alberto Foresti, que era chefe do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), no Ciodes, está sob regime de menagem, termo do Código de Processo Penal Militar para designar a prisão domiciliar.

 

O tenente-coronel estava preso no Quartel do Comando-Geral em Vitória. Em uma postagem no perfil do tenente-coronel, feita neste sábado (6), e escrita por uma pessoa identificada como filho do militar, diz que Foresti está feliz em estar com a família e que vai cumprir todas as exigências da Justiça Militar Estadual. A publicação ainda fala que o tenente-coronel está se recuperando aos poucos. Foresti, durante a paralisação da PM, foi hospitalizado após ter uma crise nervosa.

 

"Meu pai está feliz em estar com a família. Ele está se recuperando aos poucos. Ficou mais de uma semana na clínica médica UTI do HPM. E queria externar também todo o carinho e cuidado médicos que recebeu de todos os funcionários daquela unidade hospitalar. Bem como agradecer os primeiros socorros e assistência dos amigos de cela e depois da Guarda Prisional do Quartel quando precisou ir várias vezes ao hospital", disse, contando que o pai teve que ir ao hospital enquanto estava preso.

 

Mulheres e familiares de policiais no 10º dia de paralisação  (Foto: Viviane Machado/ G1)

Mulheres e familiares de policiais no 10º dia de paralisação (Foto: Viviane Machado/ G1)

 

A pedido da Justiça, também deixaram o presídio do Quartel o sargento Aurélio Robson Fonseca da Silva, que teve a prisão revogada, e o soldado Leonardo Fernando Nascimento.

 

O capitão Evandro Guimarães, acusado de estimular o movimento, deixou a prisão no 2° Batalhão, em Nova Venécia. Segundo a PM, ele teve a menagem revogada.

 

Foresti já é réu em um processo onde é acusado de incitar a desobediência, a indisciplina e a prática de crime militar, além de fazer críticas contra disciplina e a seus superiores, crimes previstos no Código Penal Militar.

 

Apontado como um dos principais articulares do movimento grevista, o soldado Leonardo está em liberdade provisória, segundo a assessoria de imprensa da Polícia Militar.

 

Já o sargento Aurélio é suspeito de ter convocado policiais nas redes sociais para atuarem na segurança das mulheres que realizam o bloqueio das unidades da PM.

 

A greve da PM deixou o estado sem policiamento por mais de duas semanas. Familiares bloquearam a entradas dos batalhões. No período, o Espírito Santo registrou uma onda de violência, que acarretou em 200 mortes, roubos e saques.

 

Fonte:  g1.globo.com

 

                                    
Da Redação Multimídia

Departamento de Jornalismo (com informações: )
Kairós FM 

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