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Prefeito de Itapemirim é afastado pela Justiça durante operação do MP-ES

A Justiça afastou o prefeito de Itapemirim no Sul do Espírito Santo, Luciano Paiva (PSB), por 120 dias após operação do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MP-ES) que investigava uma organização criminosa constituída com fim específico de lesão aos cofres públicos do município.

 

O Ministério Público informou que a vice-prefeita, Viviane Peçanha, já foi notificada para assumir a administração nesta terça-feira (17).

 

Além do prefeito, seis funcionários da Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo de Itapemirim também foram afastados das funções.

 

Em nota, a Prefeitura de Itapemirim informou que está acompanhando os trabalhos do Ministério Público e fornecendo as informações solicitadas. O prefeito Luciano Paiva disse à reportagem que ainda não foi notificado sobre qualquer decisão judicial.

 

Operação Olísipo II

 

A operação do MP-ES cumpre seis mandados de busca e apreensão, sete mandados de afastamento cautelar dos cargos e funções públicas, 7 mandados de condução coercitiva e proibição de acesso e frequência a quaisquer dependências da Prefeitura e Secretarias de Itapemirim.

 

A Operação 'Olísipo II' é conduzida pela Procuradoria de Justiça Especial e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio da Polícia Militar. O mandados foram emitidos pelo Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo.

 

O MP-ES informou que o objetivo da operação é desarticular e colher provas relativas à atuação de organização criminosa constituída com fim específico de lesão aos cofres públicos do município de Itapemirim.

 

O órgão disponibilizou imagens da operação, uma delas mostra a sede da Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo de Itapemirim sendo alvo da ação.

 

O MP-ES informou que o outras secretarias também foram investigadas.

 

Primeira fase


A primeira fase da Operação Olísipo foi deflagrada no dia 31 de março de 2015. Na ocasião, foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão, 6 mandados de afastamento cautelar dos cargos públicos.

 

As investigações começaram em 2013 que colheram provas e fortes indícios do envolvimento de agentes públicos, diversos familiares e interpostas pessoas, em procedimentos licitatórios direcionados, irregularmente afastados e por vezes superfaturados, seja para a contratação de apresentações artísticas e shows musicais, seja em contratações de serviços de engenharia e de obras públicas com pessoas físicas e jurídicas, ou ainda locação e aquisição de bens e serviços diversos.

 

A maior parte dos documentos apreendidos foram encontrados na Secretaria Municipal de Obras.

O MP-ES explicou que o nome da Operação “Olísipo” remonta ao primeiro nome da atual cidade de Lisboa, capital de Portugal.

 

Na povoação, na época sob domínio do Império Romano, o sobrenome Paiva teve muita importância. Na região, fixaram-se famílias que cultivavam terras e, em troca de comida e de vinho, recebiam proteção.

 

Fonte:  g1.globo.com

 


Da Redação Multimídia

Departamento de Jornalismo (com informações: 
g1.globo.com )

Kairós FM 

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