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Gal revisita os clássicos da carreira.

Gal Costa canta clássicos com novos arranjosClassificado pela crítica nacional como "perfeito", o show "Espelho D’Água" chega a Vitória neste sábado, com apresentação no Sesc Glória, e promete agradar a gregos e troianos; leia-se os fãs mais saudosistas, que encontram no espetáculo um gosto de "revival", e os mais jovens, que não tiveram o privilégio de ouvir ao vivo os clássicos da carreira da cantora.

Um momento muito esperado é a famosa "Meu Nome é Gal", do disco de 1969, "Gal". No show, a cantora estará acompanhada apenas pelo violonista e guitarrista carioca Guilherme Monteiro, que, além do clima intimista, empresta sofisticação a suas interpretações, segundo a cantora.

"Costumo dizer que ele faz muito bem a cama pra mim. Minha interação com ele é perfeita. Ele tem grande experiência, trouxe mais sofisticação para minhas músicas", analisa Gal em entrevista ao C2.

O repertório foi escolhido a quatro mãos por ela e pelo jornalista Marcus Preto. "Eu já vinha fazendo esse show em formato voz e violão desde a turnê do 'Recanto', mas estava cansada do repertório que vinha fazendo e queria um show novo. Aí chamei o Marcus Preto para dirigir o show comigo. Ele trouxe todas as capas dos meus discos e fomos assinalando as músicas que cada um gostava. A ideia nesse show é revisitar grandes músicas e grandes momentos da minha carreira", conta Gal.

Marcus também divide com ela a direção do espetáculo, que inclui canções que se tornaram clássicos na voz de Gal Costa, desde a primordial "Coração Vagabundo", canção que abria o primeiro álbum de Gal, "Domingo", até alguns de seus maiores sucessos, como "Folhetim", "Vaca Profana", "Sua Estupidez", "Volta" e "Baby".

A parceria do palco se repetiu na produção do novo e muito elogiado disco "Estratosférica". É dele, por exemplo, a escalação do time de compositores novos que entrou no disco.

Batiza o show a única música inédita que entrou no setlist: "Espelho d'Água", primeira parceria de Marcelo Camelo (Los Hermanos) com o irmão, o poeta Thiago Camelo. Essa também é a única música que tem menos de 30 anos de gravação e está presente no "Estratosférica".

Quem for ao show esperando ouvir as faixas do novo disco terá que esperar mais um pouco. A composição de Camelo é a única do novo disco que entra no repertório e a turnê de "Estratosférica" ainda está no forno.

"Esse espetáculo pode ser levado paralelamente ao ‘Estratosférica’, assim como fiz na época do ‘Recanto’. Um não atrapalha o outro. Já estamos em ensaios do novo show, que deve começar na segunda quinzena de setembro", promete.

A abertura do show ficará a cargo do cantor e compositor Carlos Papel, que estará acompanhado do guitarrista e violonista Bruno Mangueira, e receberá no palco a filha, Júlia.

O show faz parte do projeto Vitória em Cena, que já tem confirmado shows de Maria Gadú, Milton Nascimento e Paula Toller.

Fonte: Gazeta Online

Da Redação Multimídia

Departamento de Jornalismo
(com informações: Gazeta Online )
Kairós FM

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