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Julgamento do caso Alexandre Martins deve durar cinco dias.

O Cineteatro da Universidade Vila Velha (UVV) vai abrigar, na próxima segunda-feira, o julgamento dos acusados como mandantes do assassinato do juiz Alexandre Martins de Castro Filho. O início dos trabalhos será às 9 horas e só terá acesso ao local quem chegar com uma hora de antecedência para obter uma das senhas que vão ser distribuídas.

A expectativa é de que o júri, que será presidido pelo juiz Marcelo Soares Cunha, vá até o dia 28 de agosto. Nos demais dias de julgamento, o juiz pretende trabalhar das 8h30 às 21 horas.

Sete jurados vão ser escolhidos entre um grupo de 25 pessoas. Enquanto durar o julgamento, eles estarão à disposição da Justiça, que providenciará toda a estrutura, como segurança, alimentação, alojamento etc. Cada parte pode recusar até três jurados, sem justificativa. E vão ser ouvidas 15 testemunhas.

Vão sentar no banco dos réus o coronel aposentado Walter Gomes Ferreira e o ex-policial civil Claudio Luiz Baptista, o Calú. O terceiro acusado como mandante, o juiz aposentado Leopoldo Teixeira, aguarda o julgamento de alguns recursos nos tribunais de Brasília.

O processo, sob os cuidados do Cartório da 4ª Vara Criminal de Vila Velha, possui mais de 7 mil páginas, em 31 volumes e 39 anexos.

O Cineteatro da UVV possui 200 lugares e foi escolhido, segundo informou a assessoria de imprensa do tribunal de Justiça, por ter mais assentos e ser um local mais amplo do que o Fórum da Prainha, onde seria realizado anteriormente.

O juiz já adiantou que não permitirá fotos e nem gravação de imagens no Salão do Júri. Ninguém poderá entrar no local com máquinas fotográficas, câmeras de vídeos, tablet, notebook e nem celulares. Os equipamentos não poderão estar nem mesmo nas bolsas, já que não haverá local para guardá-los.

Quem for flagrado usando qualquer um dos equipamentos será retirado do local e não poderá retornar. Também foi vedado o uso faixas, cartazes e camisetas que façam alusão aos fatos ou às pessoas envolvidas nesse crime.

A segurança no local ficará a cargo do 4º Batalhão da Polícia Militar, mas as ruas no entorno da Universidade estarão liberadas.

Decisões

Nesta terça-feira o corregedor-geral de Justiça, desembargador Ronaldo Gonçalves de Sousa negou o pedido do Ministério Público Estadual para impedir a utilização das mídias apresentadas pela defesa do ex-policial civil, Claudio Luiz Baptista, o Calú.

As provas foram apresentadas em maio e resultaram no adiamento do júri para agosto, para que fossem periciadas. O material contém gravações particulares realizadas pela família de Calú com depoimento de um promotor relatando que a morte do juiz foi um latrocínio e não crime de mando, como aponta denúncia do Ministério Público.

Por outro lado, o corregedor rejeitou um pedido de Calu para que o juiz Carlos Eduardo Lemos, magistrado que atuou com o juiz morto, não fosse ouvido durante o julgamento. Se desejar, o Ministério Público poderá ouvir o seu depoimento. As informações são da assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça.


Fonte: Gazeta Online

Da Redação Multimídia

Departamento de Jornalismo
(com informações: Gazeta Online)
Kairós FM


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