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Cirino desencanta, Flamengo bate o Goiás e respira no Brasileiro.

Um incômodo jejum de três meses virou fumaça depois de um toque colocado, rasteiro. A finalização simples de Marcelo Cirino, que não fazia gol desde abril, deu a vitória ao Flamengo em um confronto complicado contra o Goiás, neste domingo, pela 15ª rodada do Brasileirão. O placar de 1 a 0, no Serra Dourada, acabou premiando o time que foi mais eficiente na rara chance que teve de balançar as redes. O Goiás criou mais, mas parou em Cesar e, já aos 44 do segundo tempo, na trave.

Com o resultado, o Flamengo chegou aos 19 pontos, ocupando a 11ª posição. Já o Goiás ficou nos 13 pontos, na zona do rebaixamento. O Rubro-Negro vai tentar emplacar a terceira vitória seguida no Brasileiro na próxima rodada, em casa, contra o Santos. Já o Goiás visita o Coritiba, concorrente direto à fuga da degola.

O Flamengo começou dominando o jogo, pelo menos em posse de bola. Mas o fato de ficar mais tempo trocando passes foi um falso domínio. O goleiro Renan, do Goiás, foi um mero espectador durante a maior parte do confronto. Um chute de longe, sem direção, dado por Guerrero (que levou "fungada no cangote" de Fred durante o jogo todo), foi o mais perto que o Flamengo chegou do gol.

Ao mesmo tempo em que mostrou deficiência ofensiva, foi difícil entender como um time montado com três volantes conseguiu ficar tão exposto e permitiu, com tanta facilidade, as chegadas do Goiás, especialmente pelo lado direito. Ayrton foi uma avenida com duas pistas - uma para Murilo e outra Diogo Barbosa, especialmente após o ajuste que Julinho Camargo fez no Esmeraldino durante o tempo técnico. Marcelo Cirino não acompanhou o lateral e os volantes não fecharam o setor. O zagueiro Marcelo tentou por várias vezes sair para dar combate, e a emenda saiu pior que o soneto. Se não fosse Cesar, o Goiás teria feito, no mínimo, três gols. A ótima atuação do goleiro do Flamengo foi uma das poucas boas notícias do primeiro tempo no Serra Dourada.

E por falar em Cesar, o xará estreante de sobrenome Martins não mostrou muita segurança lá trás. Também pudera. Nem bem chegou e já foi colocado como titular, sendo que pouco atuou nos últimos meses de Benfica.

Diante da situação de vácuo mental na qual o Flamengo terminou o primeiro tempo, Cristovão tentou desfazer o equívoco na escalação. Tchau, três volantes. Sobrou para Canteros, que deu lugar a Alan Patrick. Ayrton, caminho pelo qual o Goiás estava "achando ouro", também nem voltou para a etapa final. E deu certo. Os espaços na defesa diminuíram, e a qualidade na articulação melhorou. O Fla ganhou consistência.

O resultado no aspecto ofensivo pôde ser visto com perfeição aos 27 minutos do segundo tempo. Alan Patrick iniciou a jogada pelo meio, Guerrero deixou Marcelo Cirino na cara de Renan, e o atacante não desperdiçou a chance de ouro. Desde 22 de abril, contra o Salgueiro, pela Copa do Brasil, o camisa 7 não balançava as redes. Fim de jejum, e vitória rubro-negra no Serra Dourada. Três pontos preciosos fora de casa, ainda mais pelo fato de o Goiás, com Liniker, ter colocado uma bola na trave aos 44 minutos do segundo tempo.

Fonte: Gazeta Online

Da Redação Multimídia

Departamento de Jornalismo
(com informações: Gazeta Online)
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